(Vila Viçosa - Church of Our Lady of the Conception)
O blog "Spes ancora vitae" (A esperança é a âncora da vida) é uma ideia que trago comigo há algum tempo. O objectivo é juntar num blog uma mistura das minhas fotografias, frases famosas, alguns textos meus, músicas e efemérides. No futuro, quem sabe o que poderá ser?...
terça-feira, 16 de abril de 2013
domingo, 14 de abril de 2013
Hitler - A premonição de um massacre? / The premonition of a massacre?
Esta imagem está na capa da edição do Diário de Lisboa do dia 14 de Abril de 1933 - há exactamente 80 anos. É, na minha opinião, impressionante, tendo em conta que Hitler apenas chegou ao poder na Alemanha no dia 30 de Janeiro de 1933. Parece uma premonição dos crimes que iriam ser cometidos nos anos seguintes por Hitler (e seu regime) - o Holocausto.
This image is in the cover of the Diário de Lisboa edition of April 14, 1933 - exactly 80 years ago. It is, in my opinion, impressive, considering that Hitler only came to power in Germany in January 30, 1933. It seems a premonition of the crimes that would be committed in subsequent years by Hitler (and his regime) - the Holocaust.
quarta-feira, 3 de abril de 2013
terça-feira, 12 de março de 2013
"Ah, todo o cais é uma saudade de pedra!"
"Ah, todo o cais é uma saudade de pedra!
E quando o navio larga do cais
E se repara de repente que se abriu um espaço
Entre o cais e o navio,
Vem-me, não sei porquê, uma angústia recente,
Uma névoa de sentimentos de tristeza
Que brilha ao sol das minhas angústias relvadas
Como a primeira janela onde a madrugada bate,
E me envolve com uma recordação duma outra pessoa
Que fosse misteriosamente minha."
in Ode Marítima, Álvaro de Campos (Fernando Pessoa)
sábado, 9 de março de 2013
sexta-feira, 1 de março de 2013
No teu poema...
"No teu poema
Existe um verso em branco e sem medida
Um corpo que respira, um céu aberto
Janela debruçada para a vida
No teu poema existe a dor calada lá no fundo
O passo da coragem em casa escura
E, aberta, uma varanda para o mundo.
Existe a noite
O riso e a voz refeita à luz do dia
A festa da Senhora da Agonia
E o cansaço
Do corpo que adormece em cama fria.
Existe um rio
A sina de quem nasce fraco ou forte
O risco, a raiva e a luta de quem cai
Ou que resiste
Que vence ou adormece antes da morte.
No teu poema
Existe o grito e o eco da metralha
A dor que sei de cor mas não recito
E os sonos inquietos de quem falha.
No teu poema
Existe um canto, chão alentejano
A rua e o pregão de uma varina
E um barco assoprado a todo o pano
Existe um rio
O canto em vozes juntas, vozes certas
Canção de uma só letra
E um só destino a embarcar
No cais da nova nau das descobertas
Existe um rio
A sina de quem nasce fraco ou forte
O risco, a raiva e a luta de quem cai
Ou que resiste
Que vence ou adormece antes da morte.
No teu poema
Existe a esperança acesa atrás do muro
Existe tudo o mais que ainda escapa
E um verso em branco à espera de futuro."
(de José Luís Tinoco)
"My God, My God" by Hannah Szenes
Hannah Szenes foi poeta e dramaturga, escrevendo tanto em húngaro como em hebraico.
Este é um dos seus mais conhecidos poemas e chama-se Halikha LeKesariya ("Uma caminhada para Cesareia"), comummente conhecido como Eli, Eli ("Meu Deus, Meu Deus"), e foi escrito durante o cativeiro Nazi.
A melodia, bem conhecida, foi composta por David Zahavi. Muitos cantores têm cantado esta melodia, inclusive Ofra Haza, Regina Spektor, e Sophie Milman, tendo sido usada para fechar algumas versões do filme "A Lista de Schindler":
"Meu Deus, Meu Deus, eu rezo para que estas coisas nunca acabem,
A areia e o mar,
O rumor das águas,
A luz dos céus,
A oração do homem."
Este é um dos seus mais conhecidos poemas e chama-se Halikha LeKesariya ("Uma caminhada para Cesareia"), comummente conhecido como Eli, Eli ("Meu Deus, Meu Deus"), e foi escrito durante o cativeiro Nazi.
A melodia, bem conhecida, foi composta por David Zahavi. Muitos cantores têm cantado esta melodia, inclusive Ofra Haza, Regina Spektor, e Sophie Milman, tendo sido usada para fechar algumas versões do filme "A Lista de Schindler":
"Meu Deus, Meu Deus, eu rezo para que estas coisas nunca acabem,
A areia e o mar,
O rumor das águas,
A luz dos céus,
A oração do homem."
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013
On accepting you as you are by Johann Wolfgang von Goethe
“If I accept you as you are, I will make you worse; however if I treat you as though you are what you are capable of becoming, I help you become that”
Johann Wolfgang von Goethe (1749-1832)
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013
"ORTOGRAFIA - O argumento da uniformização…"
"A ortografia é um fenómeno da cultura, e portanto um fenómeno espiritual. O Estado nada tem com o espírito. O Estado não tem direito a compelir-me, em matéria estranha ao Estado, a escrever numa ortografia que repugno, como não tem direito a impor-me uma religião que não aceito."
sábado, 16 de fevereiro de 2013
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013
Contemplo o lago mudo
Que uma brisa estremece.
Não sei se penso em tudo
Ou se tudo me esquece.
O lago nada me diz.
Não sinto a brisa mexê-lo.
Não sei se sou feliz
Nem se desejo sê-lo.
Trémulos vincos risonhos
Na água adormecida.
Por que fiz eu dos sonhos
A minha única vida?
4-8-1930
Poesias. Fernando Pessoa. (Nota explicativa de João Gaspar Simões e Luiz de Montalvor.) Lisboa: Ática, 1942 (15ª ed. 1995). - 122.
Poesias. Fernando Pessoa. (Nota explicativa de João Gaspar Simões e Luiz de Montalvor.) Lisboa: Ática, 1942 (15ª ed. 1995). - 122.
sábado, 9 de fevereiro de 2013
terça-feira, 5 de fevereiro de 2013
domingo, 3 de fevereiro de 2013
"Morta por dentro, mas de pé, de pé, como as árvores"
"Morta por dentro, mas de pé, de pé, como as árvores". Esta frase, uma das mais célebres da televisão portuguesa, pertence à peça "As Árvores Morrem de Pé" e é dita quase no final da peça pela fabulosa actriz Palmira Bastos, que faz de protagonista da peça.
sábado, 2 de fevereiro de 2013
Obra de Fernando Pessoa
Aqui vos deixo o link para um interessante site: o "Arquivo Pessoa".
"A base de dados Arquivo Pessoa e o portal MultiPessoa são uma actualização de um cd-rom intitulado MultiPessoa — Labirinto Multimedia, dirigido por Leonor Areal e co-editado em 1997 pela Texto Editora e a Casa Fernando Pessoa."
Como é sabido, a obra de Fernando Pessoa é constituída por inúmeros textos, dispersos uns, organizados outros pelo próprio autor, a maior parte inéditos à data da sua morte. No entanto, a obra possui uma enorme coerência baseada na construção de um universo ficcional ou dramático, cujos intervenientes se assumem como heterónimos — personalidades literárias diferentes entre si. A dificuldade em compreender a obra de F.P. está em ele não ser um só autor, mas «toda uma literatura».
quinta-feira, 31 de janeiro de 2013
São João Bosco
Faz hoje 125 anos que morreu São João Bosco.
“Se queres fazer-te bom pratica apenas três coisas e tudo andará bem. Ei-las: alegria, estudo e piedade.”
(São João Bosco)
O Cardeal-Rei
"D. Henrique I de Portugal (31 de janeiro de 1512 — Almeirim, 31 de janeiro de 1580) foi o décimo-sétimo Rei de Portugal, tendo governado entre 1578 e a sua morte, 1580. Ocasionalmente é chamado de D. Henrique II por alguns autores, em virtude de ser o segundo chefe de estado de Portugal chamado Henrique, tendo-se em linha de conta o Conde D. Henrique, por aqueles chamado de D. Henrique I. É conhecido pelos cognomes de O Casto(devido à sua função eclesiástica, que o impediu de ter descendência legítima), O Cardeal-Rei (igualmente por ser eclesiástico) ou O Eborense / O de Évora (por ter sido também arcebispo daquela cidade e aí ter passado muito tempo, e inclusivamente fundado a primeira Universidade de Évora, entregue à guarda dos Jesuítas), transformando Évora num pólo cultural importante, acolhendo alguns vultos da cultura de então: Nicolau Clenardo,André de Resende, Pedro Nunes, António Barbosa, entre outros."
(Wikipedia)
segunda-feira, 28 de janeiro de 2013
Fabergé - "Pedro, o Grande"
Um ovo Fabergé com cerca de 110 anos... Uma peça soberba!
"Pedro, o Grande é uma jóia produzida em 1903 sob a supervisão do joalheiro russo Peter Carl Fabergé para o czar Nicolau II, que a deu de presente à sua esposa, Alexandra Feodorovna. Feito em estilo rococó, o ovo comemora duzentos anos da fundação de São Petersburgo (1703).
O ovo contém inscrições em superfícies esmaltadas e é feito de ouro com curvas em relevo preenchidas por rubis e diamantes. Quando aberto, um mecanismo eleva uma miniatura de ouro do monumento a Pedro, o Grande, apoiado por uma pedra de safira."
(Wikipedia)São Tomás de Aquino
“Dá-me, Senhor, agudeza para entender, capacidade para reter, método e faculdade para aprender, subtileza para interpretar, graça e abundância para falar. Dá-me, Senhor, acerto ao começar, direção ao progredir e perfeição ao concluir.”
(São Tomás de Aquino)
sábado, 26 de janeiro de 2013
Torre Eiffel
"Quanto mais alto se sobe, mais longe é o horizonte."
Vergílio António Ferreira
O outro grande terramoto de Lisboa: 482 anos depois
Em plena época dourada dos Descobrimentos, a 26 de Janeiro de 1531, Lisboa tremeu com a força de um sismo de magnitude entre 7 e 8, na escala de Richter, com epicentro na zona de Santarém e Vila Franca. As suas consequências foram tão desastrosas como o de 1755, com a diferença de que desta vez não houve um maremoto a ajudar à destruição.
Segundo Alexandra Vidal, o terramoto de 1531 “não ficou nada a dever ao de 1755, apenas é menos conhecido porque os testemunhos que existem revelam que de facto existiu um terramoto a 26 de Janeiro de 1531 mas não há descrições pormenorizadas como o de 1755”.
A este respeito, escreveu Garcia de Resende:
«Todos com medo que haviam
deixaram casas, fazendas;
nos campos, praças dormiam
em tendilhões e em tendas,
casas de ramas faziam;
as mais noites velando,
temendo e receando;
porque tremor não cessava;
a gente pasmada andava
com medo, morte esperando».
O Fantasma da Ópera - 25 anos
Faz hoje 25 anos que, no dia 26 de janeiro de 1988, estreou o musical "The Phantom of the Opera", com música de Andrew Lloyd Webber, letras de Charles Hart e Richard Stiloge e encenação de Harold Prince.
Nessa primeira noite, Michael Crawford interpretava a personagem do Fantasma. A inocente Christine era interpretada por uma então jovem soprano, Sarah Brightman.
quinta-feira, 24 de janeiro de 2013
terça-feira, 22 de janeiro de 2013
segunda-feira, 21 de janeiro de 2013
Luís XVI
Faz hoje 220 anos que foi executado o Luís XVI, Rei de França, um dos acontecimentos mais marcantes da Revolução Francesa.
sábado, 19 de janeiro de 2013
160.º Aniversário da Ópera "Il trovatore"
Há 160 anos, no dia 19 de Janeiro de 1853, estreou no Teatro Apollo a ópera "Il trovatore" (em português, "O trovador"), de Giuseppe Verdi. Esta ópera em 4 actos compõe, juntamente com "Rigoletto" e "La traviata", a chamada "trilogia verdiana", formada pelas óperas mais populares de Verdi. Foi baseada no romance "El Trobador", de Antonio García Gutiérrez.
sexta-feira, 18 de janeiro de 2013
quarta-feira, 16 de janeiro de 2013
sábado, 12 de janeiro de 2013
Maurice Gibb
Faz hoje 10 anos que morreu Maurice Ernest Gibb (Douglas Ilha de Man, 22 de dezembro de 1949 — Miami, 12 de janeiro de 2003). Foi cantor, compositor, pianista, guitarrista, baixista, tecladista, multi-instrumentista britânico, conhecido principalmente por ser um membro dos Bee Gees, um dos grupos de maior sucesso de todos os tempos. Gêmeo de Robin Gibb, Maurice era o mais novo por 35 minutos. Deixo-vos com este "Stayin' Alive"
O processo dos Távora
Faz hoje 254 anos que foram proferidas as sentenças de condenação dos Távora. Um pouco de história para recordar.
(O caso Távora)
Brasão de Armas dos Távoras
O caso Távora
Na noite de 3 de Setembro de 1758, D. José I seguia incógnito numa carruagem que percorria uma rua secundária nos arredores de Lisboa. O rei regressava para as tendas da Ajuda de uma noite com a amante. Pelo caminho, a carruagem foi interceptada por três homens, que dispararam sobre os ocupantes. D. José I foi ferido num braço, o seu condutor também ficou ferido gravemente, mas ambos sobreviveram e regressaram à Ajuda.
Sebastião de Melo tomou o controle imediato da situação. Mantendo em segredo o ataque e os ferimentos do rei, ele efectuou julgamento rápido. Poucos dias depois, dois homens foram presos e torturados. Os homens confessaram a culpa e que tinham tido ordens da família dos Távoras, que estavam a conspirar pôr o duque de Aveiro, José Mascarenhas, no trono. Ambos foram enforcados no dia seguinte, mesmo antes da tentativa de regicídio ter sido tornada pública. Nas semanas que se seguem, a marquesa Leonor de Távora, o seu marido, o conde de Alvor, todos os seus filhos, filhas e netos foram encarcerados. Os conspiradores, o duque de Aveiro e os genros dos Távoras, o marquês de Alorna e o conde de Atouguia foram presos com as suas famílias. Gabriel Malagrida, o jesuíta confessor de Leonor de Távora foi igualmente preso.
Foram todos acusados de alta traição e de regicídio. As provas apresentadas em tribunal eram simples: a) As confissões dos assassinos executados, b) A arma do crime pertencia ao duque de Aveiro e c) O facto de apenas os Távoras poderem ter sabido dos afazeres do rei nessa noite, uma vez que ele regressava de uma ligação com Teresa de Távora, presa com os outros. Os Távoras negaram todas as acusações mas foram condenados à morte. Os seus bens foram confiscados pela coroa, o seu nome apagado da nobreza e os brasões familiares foram proibidos. A varonia Távora e morgadio foram então transferidos para a casa dos condes de São Vicente.
A sentença ordenou a execução de todos, incluindo mulheres e crianças. Apenas as intervenções da Rainha Mariana e de Maria Francisca, a herdeira do trono, salvaram a maioria deles. A marquesa, porém, não seria poupada. Ela e outros acusados que tinham sido sentenciados à morte foram torturados e executados publicamente em 13 de Janeiro de 1759 num descampado, perto de Lisboa, próximo à Torre de Belém.
A execução foi violenta mesmo para a época, as canas das mãos e dos pés dos condenados foram partidas com paus e as suas cabeças decapitadas e depois os restos dos corpos queimados e as cinzas deitadas ao rio Tejo. O rei esteve presente, juntamente com a sua corte, absolutamente desnorteada. Os Távoras eram seus semelhantes, mas o rei quis que a lição fosse aprendida e para que nunca mais a nobreza se rebelasse contra a autoridade régia.
O palácio do Duque de Aveiro, em Belém, Lisboa foi demolido e o terreno salgado, simbolicamente, para que nunca mais nada ali crescesse. No local, hoje chamado Beco do Chão Salgado, existe um marco alusivo ao acontecimento mandado erigir por D. José com uma lápide que pode ser lida . As armas da família Távora foram picadas e o nome Távora foi mesmo proibido de ser citado.
Gabriel Malagrida foi queimado vivo alguns dias depois e a Companhia de Jesus declarada ilegal. Todos as suas propriedades foram confiscadas e os jesuítas expulsos do território português, na Europa e no Ultramar. A família Alorna e as filhas do Duque de Aveiro foram condenadas a prisão perpétua em mosteiros e conventos.
Sebastião de Melo foi feito Conde de Oeiras pelo seu tratamento competente do caso, e posteriormente, em 1770, obteve o título de Marquês de Pombal, o nome pelo qual é conhecido hoje.
Discussão
A culpa ou inocência dos Távoras é ainda debatida hoje por historiadores portugueses. Por um lado, as más relações entre a alta nobreza e o rei estão bem documentadas. A falta de um herdeiro masculino ao trono era motivo de desagrado para muitos, e o Duque de Aveiro era de facto uma opção.
Por outro lado, alguns referem uma coincidência: com a condenação dos Távoras e dos Jesuítas, desapareceram os inimigos de Sebastião de Melo e a nobreza foi domada. Adicionalmente, os acusados Távoras argumentaram que a tentativa de assassínio de D. José I teria sido um assalto comum, uma vez que o rei viajava sem guarda nem sinais de distinção numa perigosa rua de Lisboa.
Outra pista de suposta inocência é o facto de nenhum dos Távoras ou familiares terem tentado escapar de Portugal nos dias que se seguiram ao atentado.
Consequências
Culpados ou não, as execuções dos Távoras foram um acontecimento devastador para Portugal. A execução de uma família da primeira nobreza constituiu um choque. A futura rainha Dona Maria I ficou muito afectada pelos eventos.
O desprezo da rainha pelo primeiro-ministro de seu pai foi absoluto. Retirou-lhe todos os poderes e expulsou-o de Lisboa. Foi emitido um decreto proibindo a sua presença a uma distância inferior a 20 milhas da capital.
Do total de mais de 400 pessoas citadas, muitas escaparam e fugiram para o Brasil, sendo o caso mais conhecido o misterioso Frei Lourenço, fundador do Convento do Caraça em Minas Gerais.
Mais tarde, depois da governação de "Pombal" o desembargador frei dr. José Ricalde Pereira de Castro, tendo sido o relator do Tribunal revisionista deste processo ("dos Távoras"), por sentença de 23 de Maio de 1781, pronunciou a inocência dos Marqueses de Távora, de seus filhos, do Conde de Atouguia, embora confirmando a culpabilidade do Duque de Aveiro. Mas tal nunca foi confirmado pela rainha D. Maria I.
sexta-feira, 11 de janeiro de 2013
quinta-feira, 10 de janeiro de 2013
Blogs do ano 2012
Blogs do ano 2012
Painéis de António Lino
Painéis de António Lino (1966) no Átrio do edifício do Ministério da Solidariedade e da Segurança Social (então chamado Ministério das Corporações e Previdência Social), localizado na Praça de Londres.
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